Esta manha, eu estava lendo os emails quando uma amiga falava: “Grace, nao aguento ler tanta tragédia sobre a África”. E foi assim que decidi dar um toque de humor á viagem. Eu nao acho que uma pessoa seja ou possa se considerar covarde se ela nao for capaz de visitar um Campo de Refugiados de Guerra! Mas devo admitir que nao é um bom lugar. É um lugar bem complicado. Energia negativa por toda parte. Criancas desamparadas, mulheres recém-violentadas, homens com olhar perdido no tempo. É um desespero total.
Me preparei, durante um ano para voltar ao Campo de Refugiados de Maratane, em Mocambique. Prometi á familia e amigos que nao voltaria sozinha. E cumpri. Um sueco, que trabalha há mais de 20 anos com psiquiatria, arrecadou dinheiro para os refugiados, e me falou do desejo de visitar aquela parte da África comigo. E eu falava: “OLha, nao tem nada de glamour. É desespero sem fim!”
Eu aceitei a viagem, entre outras razoes, por que eu nao gastaria muito, já que parte da despesa fora paga pelo fato de que eu mostraria um pouco da África. E lá, fomos nós. Para o choque nao ser tao grande, eu combinei que comecariamos pelo safari no Maasai Mara, Nakuru Park, Lake Naivasha, viagem de trem de Nairobi à Mombasa, Zanzibar(lugares que eu já tinha visitado, exceto o Balloon safari), Norte de MOcambique para, somente depois disso, visitar o Campo de Maratane.
Nao sei se foi uma boa idéia.
A MAN AT STONE TOWN – ZANZIBAR
A coisa comecou a complicar quando eu percebi, ainda na Suécia, que eu estava com 12 kg de equipamentos fotográficos. Na mala de mao. Além do tripé na mala maior. Sempre dei um jeito de viajar com muita coisa na mala de mao. Mas o povo sueco é muito certinho e, por mais que eu dissesse que nao poderíamos mostrar a minha mala de mao, no check – in, a moca descobriu e sugeriu colocar parte na mala maior. E eu disse que estava viajando com lentes muito caras. Ela aconselhou que eu colocasse na mala de mao de outros, 4 kg. Dividimos o peso. Pura bobagem por que, dentro do aviao, as lentes voltaram para a minha mala.
O Vôo foi tranquilo até IStanbul. NO Duty Free já me veio uma cena de deserto. Mulheres de burca a correrem em direcao ao Duty Free. Perguntei a um vendedor e ele disse: ” promocao do perfume da Nina Ricci, o novo…aquele do laco rosa….” Ah, meus sais…Eu nao sou adepta mas a minha filha é louca por Nina Ricci”.
Esperamos 3 horas e embarcarmos, em direcao á Nairobi, no Kenya. No embarque, dou de cara com um rapaz que ama o Brasil e diante de passaportes verde e vermelhos, ele falou: ” Ainda vou ao Brasil…” Na sala de embarque, um dos suecos, eufórico, comecou a fotografar uma kenyana. E eu disse: ” faz com calma, por que você nao a conhece…e você terá oportunidades mil de fotoografar o povo queniano”.
ISTANBUL AIRPORT – TURKEY
Ele me respondeu: ” eu nao sei se terei oportunidade”. Como eu sou muito sugestiva, em viagens, algo que paira a neurose, respondi: “Meu Deus….Bote essa boca para lá….” O aviao fazia um barulho infernal, terrível e eu, morrendo de medo, falava: “O que está acontecendo com esse aviao?” Um casal de suecos respondia: “Grace, tudo muito normal…Está dentro do limite.” Por falta de opcao, decidi tomar um pouco de vinho e dormir…Acordei quando o aviao sobrevoava Nairobi.
Passamos trës dias num safari, onde me esqueci de mim mesma. E, no Lake Naivasha, deixdei todo mundo dormindo e, 5 da manha, corri para o lago, imenso, e falei com um pescador:
- “Mas que Lago lindo..:estou extasiada!”Ele disse:
- Grace, nao tenho autorizacao para levar ninguém no Lago, mas, se você tiver coragem, eu posso ir com você.
LAKE NAIVASHA – IN THE MORNING
Uma imensidao de nuvens e uma transparencia que nunca vi na vida. Águas translúcidas. Ao longe, um grupo de japoneses já estava no lago. Um lago que já tinhamos visitado no dia anterior. Mas, eu queria fotografar antes das 9 da manha. Novamente! Lá fomos.
O que vimos, foi algo de me deixar enlouquecida. Hippos, rino, pássaros, peixes, o que se possa imaginar. E um povo maravilhoso, na beira do lago.
MAASAI MARA VILLAGE
Enfim, terminou essa parte e fomos ao Maasai Mara Village e depois fizemos uma uma loucura. Embarcamos em Nairobi, ás 7 da noite, com destino a Mombasa, a segunda maior cidade kenyana. Foram 14 horas de trem. Primeira Classe. Uma primeira classe de trens onde, quando um entrava, o outro saía…..Nao tinha banheiro. Lá, dei de cara com uma inglesa, um argentino e um suico que, juntos, me falaram:
TRAIN NAIROBI – MOMBASA – KENYA
A aventura comeca agora!!!!!
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MOMBASA – KENYA
Mombasa é linda de morrer. Mas, com prostitutas ás 6 da noite, oferecendo sexo me lembrou um pouco o Brasil. O melhor da cidade é você ficar no hotel na Avenida Principal. E fazer o Passeio de Dhow. Nesse passeio, encontramos um casal de holandeses que já tinha vivido na Suécia. Mas, antes de sairmos do trem, um rapaz se aproximou do grupo e disse:
“EUROPEAN MAN IN KENYA
- Me dê o ticket! Give me the ticket!!!E eu falava: “Eu sei o que você quer. Desviar a nossa atencao e sumir com nossas malas…Tudo muito comum por aqui…” Depois de visitarmos Mombasa e eu ouvir dores sem fim, da dona de um cybercafe, corremos para o aeroporto, em direcao a Zanzibar, na Tanzania. Quando eu vi aquele aviao pequeno, pensei:
- ” Adoraria ter vindo sozinha….assim, poderia fugir…!”
AERIAL VIEW OF ZANZIBAR – TANZANIA
Acreditem…sao 50 minutos de turbulência, no teco-teco. Mas, você pode ir de Mombasa a Dar es Salaam, 12 horas de ônibus e depois mais duas de navio. O aviao nao sai de dentro das nuvens. Tive calafrios. Só me animava quando eu lembrava que, em alguns minutos, eu veria o verde de Zanzibar. E vi. Uma imagem impressionante do Oceano Índico.. Meu coracao congelou e eu pensei: ” Nao é á toa que essa Terra viu nascer Fred Mercury”!
Ao desembarcar em Zanzibar, fomos pegar as malas, depois de eu ter conversado com uma funcionaria do aeroporto. Ela usava burka. Sorria um sorriso maravilhoso. As malas vieram todas juntas e fomos para o Hotel Princess Inn. estava eu no quarto, depois de descansar da viagem quando um sueco fala: ” Grace, aconteceu uma catástrofe! Eu nao acredito!”Ele tinha pego a mala errada. De uma dinamarquesa que tinha comprado muitos souvenirs pela África. Imagine a cena:
HONEY MOON – BALLOON SAFARI
=”LAKE NAIVASHA – KENYA
NUNGWI BEACH – ZANZIBAR – TANZANIA
Um sueco, de cuecas, diante de você, parecendo um bebë chorao…falando que estava sem roupas e queria a mala dele.
Fomos ao aeroporto. Ao passar pela recepcao, a mocinha falou: “OLha, alguém do aeroporto ligou á procura de Grace Olsson, mas eu nao sei o que a pessoa queria…!” Uma vez no aeroporto, o rapaz do setor de bagagem, disse:
- Agora, o senhor vai ter que ir à Praia Pongwe, ao hotel The Queen of Sheeba, onde a moca está e devolver a mala.
E eu falei:
MAASAI AT PONGWE BEACH
- Mas daqui para lá vai custar a ele 65 dólares de taxi, pois POngwe fica muito longe.
- Nao posso fazer nada!
- Nao pode???! Voce pode , sim. Quando compramos bilhetes, pagamos impostos e, é obrigacao do aeroporto conferir as malas. Para isso que existem etiquetas. Ele nao vai a lugar nenhum, nós nao vamos a lugar nenhum e, o máximo que podemos fazer é dizer o hotel em que estamos e nos dê a mala dele! Vamos, nos dê logo essa mala!
SPICE TOUR – ZANZIBAR
O rapaz nos entregou a mala, sem conferir se, de fato, estava entregando a mala certa á pessoa certa! Em Zanzibar, foram dias de sonhos. Um delirio sem tamanho. Visitamos o Stone Town, o Spice Tour, e todas as praias de Zanzibar, até chegarmos ao KARAMBA. Lá, eu descobri que as nossas fotos estavam muito parecidas e, eu teria que sair cedo, enquanto todo mundo dormia, para fazer algo diferente. E foi assim que, mais uma vez, um Maasai cruzou meu caminho. Fotos delirantes do rapaz. Ele andava com um jeito carioca de ser, um príncipe negro, um Orpheu!!!Lindo! Lindo!!!!Maravilhoso!!!! Um sorriso de dentes brancos mais marcantes que já vi na vida.
LEISURE IN TANZANIA
Nao tínhamos paz, nem na piscina, nem no vilarejo. Todos queriam nos vender colares, anéis, pulseiras. E, ficávamos doidos com tanta diversidade.
Quando partimos, sentimos saudades e prometemos voltar.
Embarcamos no porto de Zanzibar em direcao a Dar es Salaam, de barco. Duas horas de barco. Os primeiros minutos foram maravilhosos….Mas, lá pelas tantas, eis que o barco comeca a dar golfadas e eu comecei a vomitar. Passei muito mal. Eu olhava para um, para outros tantos e, os africanos, na maior alegria. E eu pensava:
- Eu acho que nao é nada demais por que estao todos rindo…!!!!
SHIP ZANZIBAR – DAR ES SALAAM
O Capitao do navio, colocou um filme onde o guia turistico era devorado por leoes em Gauteng, na África do Sul. Meu estômago se embrulhou e, se eu nao tivesse ido ao safari, depois daquele filme, jamais irei a outro. Só de pensar nas cenas, tremo toda. cenas muito fortes.
Quando avistei Dar, eu pensei: “Ainda bem!!!!!”
O porto de Dar parece uma feira árabe. Tanta, mas tanta gente que nunca eu tinha visto antes, 4 anos atrás. Todos queriam segurar nossas malas. E eu, enjoada da viagem, comecei a gritar….”Sai para lá…Nos deixem em PAZ!!!!”Fomos para o aeroporto. Lá, comecei a suar frio, passar mal mesmo.

THE VIEW OF DAR ES SALLAAM
E, só tive calmaria quando avistei o mar de Mozambique. Desembarcamos em Pemba, num vôo da LAM. Um vôo tranquilo, onde encontrei um amigo meu, comissário de bordo da Companhia que me disse:
LOVE AND ROMANCE IN PEMBA – MOZAMBIQUE
- ” Queres descer na proxima parada? Tu podes fazer isso, mas nao o pessoal que está contigo!!!!”
Fomos para o Nautilus, em Pemba. O dia amanheceu e eu me senti em casa!!! Andando com as nativas, ouvi lamentos, histórias que dao um livro e licoes de vida. Mocambique: Oh POVO LINDO DE SE VER!
Se alguém disser que, o povo brasileiro é o povo mais corajoso do mundo, que sobrevive a tudo, eu desminto. Nada se compara ao calor do povo mocambicano. Nada se compara ao sorriso franco de um povo que sobreviveu a uma guerra civil.
Estávamos todos bem de saúde, mas…
THE BEAUTY OF MOZAMBICAN WOMAN
Ao avistar Nampula, a coisa complicou. A primeira noite foi toda de disputa. Quem ficaria mais tempo no banheiro. Uma diarréia nos abateu. Isso depois de eu ter trabalhado arduamente, na ILha de Mocambique, fotografando a miss da ILha, durante dois dias. Nao sentimos nada lá.
Parecia um sonho, um pesadelo sem fim, a viagem que nos levou da ILha a Nampula. Eu sentei no banco de trás. Volta e meia, olhavam para mim e pergutnavam:
- Grace,. você está bem?”
Nao..eu nao estava nada bem. O pessoal do hotel ficou preocupado com tante gente doente. Uma diarréia sem fim. Telefonou ao Hospital central. nao tinha médico de plantao. O conselho foi: ” comprem um remédio comum e tomem…” Ao amanhecer, Mikael estava com febre alta e eu fiquei muito preocupada com ele. Ele lembrou de algo que nos salvaria:
MOZAMBIQUE ISLAND
- ” Ah, lembrei….Eu trouxe remédios de diarréia. Tenho quatro comprimidos, apenas. Como você, Grace, está em condicoes piores, e é o guia, acho por bem que você tome o remédio. Se você ficar curada, você vai conseguir achar solucao para esse problema e nos levantar.
REFUGEE IN MOZAMBIQUE
A cura veio. E, logo em seguida, o meu encontro com os refugiados ruandeses. As oito criancas que tiraram meu sono, nos últimos 4 anos. Acreditem que, eu vivi para eles. Mas…nao poderia continuar a mandar dinheiro, mensalmente, sem uma solucao. Depois de uma longa conversa, entre nós, a ONU, e o representante da Igreja, decidimos investir o dinheiro na mae das criancas. O negócio será administrado por ela. Mas, ela terá que prestar contas de cada centavo. Para eles nao ficarem sem mantimentos, roupas e algo mais, demos 200 dólares nas maos dela e o dinheiro do projeto, ficou com a dupla: Igreja-ONU!
No dia seguinte, fomos ao INAR – Instituto Nacional de Apoio aos Refugiados – órgao que administra, junto com a ONU, o Campo de Maratane, buscar a credencial para entrar no campo de Refugiados, pois eu nao estava sozinha. Ao sentar na recepcao, apareceu uma ruandesa e fala:
- Você é brasileira, eu sei! You´re Brazilian, I know you!
essa mulher nos tirou o sono, por dias sem fim. O Delegado do órgao vendo que MIkael trabalha com psiquiatria, pediu ajuda. Por duas horas, eu precisei traduzir o lamento dela. Um lamento triste. Deplorável. Algo que pretendo contar num DIÁRIO DE UM CAMPO DE REFUGIADOS!Gastamos um dia, visitando uma refugiada somaliana que eu tentei tirá-la de Mozambique e viver conosco no Brasil. A segunda tentativa que fizemos foi trazê-la para a Suécia. Ela me fez gastar bilhete aereo e buscá-la. Ela tinha sumido na Tanzania. Por duas semanas, vaguei pela África, em busca de Fatuma. Ninguém sabia dela. Casou com um somaliano que tem duas mulheres. Uma em Nairobi e ela, em Mocambique. Ela teve gêmeos e os lamentos continuam. Depois de tamanho sofrimento, 8 anos depois, ela reencontrou a irma que tinha acabado de ter o clitoris costurado quando uma dupla invadiu a casa da familia dela, em Mogadischiio, e matou o pai. A menina tem 12 anos, um olhar sofrido e, eu, NAO TENHO NENHUMA OUTRA CERTEZA NA VIDA, A NAO SER A DE QUE, ESSE MUNDO ESTÁ CHEIO DE TRAGÉDIAS INTERMINÁVEIS.
BORDER TANZANIA – KENYA-balloon safari
O vôo de Nairobi a Istanbul foi tranquilo. Até avistar o Estreito de Bósforo. E nos jogar num clima de terror. Chovia muito na Turquia. O piloto esperava autorizacao para aterrissar e os minutos eram horas. Descemos e esperamos o novo vôo numa conexao Istanbul – Estocolmo. O aviao foi atingido em cheio por uma turbulëncia terrível. Ventava demais e no aeroporto Arlanda, na Suécia, a minha familia, sabendo de meus traumas aéreos, rezava. Dentro do aviao, um senhor de 78 anos com problemas respiratórios, foi colocado no corredor, enquanto um médico e as aeromocas colocavam um respirador nas narinas dele e massageava o coracao. Eu e tantas outras pessoas comecamos a chorar. E na mente vinha a imagem da Ilha mais bela de Zanzibar: Ilha Chumbe.
CHUMBE ISLAND – TANZANIA
Quando ele comecou a respirar melhor, eis que, uma mulher, de uns 35 anos, corre das cadeiras da Primeira Classe e passa mal…Jesus Amado!!!! Eu, naquela altura, já estava entregando a alma aos Anjos, e os suecos, nas cadeiras da frente, me olhavam e falavam: “vamos tomar vinho!!!!” Como se nao bastasse os dois casos, um menino passa mal. Eu olhava para as aeromocas e dizia: ” Por quê esse piloto nao tira esse aviao de dentro dessas nuvens? Por quê essa criatura nao voa baixo?” Os Anjos ouviram minhas preces e ele, o piloto, desceu o aviao e voava baixinho, quando chegamos a Estocolmo. AO receber as malas, eu olhei para trás e disse:
- ” A gente se fala depois. Eu preciso me recuperar dessa viagem!!!!”
LOVE IN KENYA – NAKURU PARK
Cada um de nós tem suas próprias tragédias, seus medos, suas angústias, suas histórias mal resolvidas. E, nao é covardia nenhuma nao se envolver com Acoes Humanitárias. Eu ainda nao sei quando eu vou enviar meus papéis e tentar uma vaga no Mestrado de Acoes Humanitárias. Mas, ao fazer Mestrado, meu projeto mudará. Eu voltei da Àfrica, com idéias mais claras e concretas. O que eu tinha que fazer pelas criancas ruandesas refugiadas em Mocambique, eu já fiz. Eu tenho plena certeza de que eu tentei fazer o melhor que eu poderia fazer. E muita gente colaborou com e para isso. Meu muito obrigada a cada um que se solidarizou. Agora, eu comeco a pensar nas mazelas que assolam o meu Estado, Alagoas, Brazil.
SIMPLE LIFE IN TANZANIA
Um Estado pobre e que tem muitas criancas que precisam de mim. Uma delas tem leucemia e a mae, nenhuma condicao financeira de cuidar do filho. Mas isso é outra história. Histórias que, com traumas aéreos ou nao, eu vou continuar vivendo. Até quando eu der o meu último suspiro de vida. Por que, nao tem jeito: EU NAO SOU FELIZ SE EU NAO PUDER AJUDAR PESSOAS QUE PRECISAM DE MIM. E ACHO QUE, Nós NAO PRECISAMOS ESPERAR QUE NOS PECAM AJUDA. DEVEMOS AJUDAR!
Depois desse relato, eu vou continuar mostrando fotos. Apenas fotos!
Tudo cansa. A gente reflete, respira, e segue. Se estivermos vivendo e fazendo o que amamos, foi apenas uma pausa. Do contrario, nova oportunidade para uma [r]evolução.
beijos!
Fabulous photos – and thoughts. Oh, how I’d love to go back to the carefree days of childhood!
Lindas as imagens!
Mas mais do que as fotos…as palavras!
Seja sempre criança!
Beijo.
isa.
Tudo são fases, pois quando estamos em uma deteterminada fase, focamos nas coisas boas da fase que desejamos, mas no final, somos construidos com estas fases todas, uma após outra, então temos de aproveitar o que cada uma nos fornece…
Hua, kkk, ha, ha, desculpa se fui meio confuso.
Fique com Deus, menina Grace Olsson.
Um abraço.
Vontade é o que move o mundo. Bjs, Grace.
I love to read your posts, becouse they are so full of life an images of life.
Thank you.
Have a great week.
A inocência do ser criança é Divina! E não se repete, foram- se os fatos e atos, ficaram as lembranças.
bj!
En sån liten going
Det är sanslöst så gulliga de är de små krypen
och så orädda
Bilden är ljuvlig
Vilken aktion du har fått i den.
Man skulle nästan kunna tro att det är herr Nilsson i Pippi Långstrump.
Fint höstligt ljusfat….
Kramizzzz// Lotta
Maravilha de foto e a do macaquinho,genial. um beijo,tudo de bom,chica
Nem sonhamos, quando crianças, que a vida passa a correr quando temos muita coisa para fazer.
Depois… um dia… o tempo volta a ter mais que 24 horas na observação dos adultos quando ficam acamados e dependentes de novo de alguém como na 1ª idade.
Nada como partir à aventura sem hoje nem amanhã.
Abraços querida Grace
Grace, você tem o olhar contemplativo das crianças, pois percebe os mínimos detalhes e deve ser muito bom conviver com você – lógico, se a pessoa também for sensível e observadora – pode-se assim, conversar com olhares e gestos.
Beijus,
Essa sensibilidade com a vida e as pessoas, nunca fará você endurecer ou “adutar”, mas exste um preço a pagar por isso! Infelizmente dizem que as crianças em sua inocência, sofrem mais!
Eu também quero voltar a ser criança, miss Grace. Vamos brincar juntos? Beijo.
oh how I too long for childhood some days…but then at other times I am filled with gratitude for the human I have grown into being.
A foto do macaquinho está divina.
Também cansei de ser adulta. Mas faz muito tempo.
Beijinhos, amiga